MEC reprova cursos de universidades tradicionais no país
Instituições privadas tradicionais também fazem parte da lista, como é o caso da Universidade Presbiteriana Mackenzie, cujo curso de arquitetura e urbanismo recebeu nota 2 (ruim). A Pontifícia Universidade Católica (PUC) tem 13 cursos na lista, espalhados pelas unidades de Campinas, Minas Gerais, Goiás e São Paulo.
As instituições que aparecem na lista não terão os vestibulares suspensos, mas serão obrigadas a assinar um termo de compromisso com o MEC em que se comprometem a realizar melhorias em seus cursos. Elas terão um prazo de 60 dias para a reestruturação do corpo docente – com investimento em dedicação integral e titulação – e mais 180 dias para a readequação da infraestrutura e do projeto pedagógico.
No fim de 2012, o MEC divulgou uma lista com 207 cursos desautorizados a realizar processo seletivo em 2013 devido às avaliações ruins. Foi a primeira vez que a pasta adotou tal medida. Antes, as instituições com conceitos 1 e 2 no Índice Geral de Cursos (IGC) e no Conceito Preliminar de Curso (CPC) eram obrigadas a reduzir o número de vagas oferecidas, mas não chegavam a ter o processo seletivo suspenso.
Método
Para elaborar o CPC, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), uma autarquia do MEC, avalia indicadores como desempenho dos alunos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), infraestrutura da instituição de ensino e qualificação do corpo docente. Em 2011, foram avaliados 8.665 cursos das áreas de ciências exatas e licenciaturas e dos eixos tecnológicos de controle e processos industriais, informação e comunicação, infraestrutura e produção industrial. Desse total, 672 obtiveram avaliação considerada insatisfatória no CPC, sendo 124 de instituições federais e 548 de particulares. Outros 1.114 cursos ficaram sem conceito.
Clique aqui e veja lista com os nomes das instituições e cursos reprovados.
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Fonte: Veja e UOL
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