quinta-feira, 13 de setembro de 2012

notícias / GOSPEL


Biografia de Edir Macedo é líder de vendas no Brasil

Publicação assumiu o primeiro lugar no ranking da Veja



Biografia de Edir Macedo é líder de vendas no BrasilBiografia de Edir Macedo é líder de vendas no Brasil
A biografia do bispo Edir Macedo, “Nada a Perder”, está em primeiro lugar da lista de livros mais vendidos da semana, segundo o ranking da revista Veja. A publicação ultrapassou “A Queda”, de Diogo Mainardi, que ocupava o posto. No ranking da PublishNews, voltada ao mercado editorial, o livro é o terceiro mais vendido entre todas as categorias.
Esse levantamento foi feito entre 27 de agosto e 2 de setembro. Como Nada a Perder foi lançado no dia 31/08, a liderança veio com apenas quatro dias. Ele já é considerado pelos especialistas um novo “fenômeno” do mercado editorial brasileiro.
“Nada a Perder” é o primeiro volume de uma trilogia com memórias do fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, escrito em coautoria com o vice-presidente de Jornalismo da Rede Record, Douglas Tavolaro. A Editora Planeta, responsável pelo livro, anunciou que a primeira edição, com 16 mil exemplares, esgotou na primeira semana e já foi encomendada, em caráter de urgência, a reimpressão de mais 50 mil.
O sucesso é visto nas noites reservadas para o lançamento nas capitais. Na Livraria Cultura de São Paulo, 3.278 exemplares foram vendidos na noite de autógrafos. Com isso, o livro de Edir tornou-se a publicação mais vendida durante um lançamento na rede de 13 livrarias espalhadas pelo País. O recorde anterior também era de uma obra religiosa, “Ágape” do padre Marcelo Rossi, que vendeu 3.000 livros em Recife.
Em Belo Horizonte, o livro foi lançado dia 4/09 e os 4.000 exemplares disponíveis esgotaram uma hora antes do início do evento. Ao todo, 7.000 cópias foram vendidas, batendo recorde para um lançamento naquela cidade.
Na FNAC de Porto Alegre, o lançamento ocorreu nesta terça-feira (11) e cerca de 15.000 pessoas compareceram ao local. Foram vendidos 10.400 exemplares, a maior venda já registrada pela unidade da livraria em Porto Alegre. Este número inclui aquelas pessoas que compraram o livro e não conseguiram retirá-lo na hora porque o estoque do exemplar na livraria esgotou. Esses clientes receberão o livro em casa.
Filas da Fnac do Barra Sul Shopping saíam da livraria e chegavam até o estacionamento.
Em Nadar a Perder, o bispo conta desde a infância humilde no subúrbio do Rio de Janeiro, até o crescimento da igreja sob seu comando, presente em mais de 200 países. O volume narra um período de cerca de 40 anos, relatando a iniciação religiosa de Macedo, incluindo suas primeiras pregações. Também apresenta detalhes sobre fatos polêmicos de sua vida, como a prisão em 1992 e a doença de uma de suas filhas. A obra traz diversas mensagens de superação e têm atraído leitores de todas as religiões. A constante superação, sem nunca perder a fé e os valores humanos, é a grande lição do livro.
“Acima de tudo, temos um exemplo de pai, de marido, de líder, de homem. Todos conhecem a figura de Macedo, mas não se sabe exato sua trajetória. Por isso, todos devem ler esses livros”, afirma o pastor Carlos Cucato.
Os dois próximos volumes têm lançamentos previstos para 2013 e 2014, e abordarão os detalhes do crescimento da Igreja Universal, a aquisição da TV Record, e a relação de Macedo com políticos e empresários, entre outras histórias inéditas.
Assista

notícias / MUNDO


Programa leva seminário para 18 prisões norte-americanas

O curso criado em 2008 só pode ser expandido depois de uma doação de 2 milhões de dólares



Programa leva seminário para 18 prisões norte-americanasPrograma leva seminário para 18 prisões norte-americanas
Duas organizações evangelísticas se uniram nos Estados Unidos para criar um seminário destinado para presos. Durante três anos e meio os presidiários de 18 detenções do estado da Califórnia serão ensinados sobre como evangelizar em comunidades pobres e a implantar igrejas.
Chamado de “The Urban Ministry Institute”, o curso já formou dez homens no ano passado e deve formar 14 no próximo ano. Criado há quatro anos no Centro de Reabilitação da Califórnia, localizado na cidade de Norco, o projeto já tinha se espalhado para outras cinco prisões do estado.
A expansão para as demais unidades prisionais foi possível graças a uma doação milionária, o empresário Wayne Hughes Jr doou US$ 2 milhões para o programa e assim as aulas puderam se estender e a expectativa é de que 900 presos sejam alcançados.
Hughes é um cristão devoto e resolveu investir nessa missão realizada pela World Impact Inc. e pela Prision Fellowship depois que visitou um programa parecido no estado de Lousiana que reduziu drasticamente a violência.
O milionário justifica sua doação, afirmando que ao mudar a cultura dentro da prisão, quando esses presos saírem poderão mudar a cultura de onde eles vieram.
O projeto iniciado em 2008 ainda não pode ser considerado nas pesquisas para afirmar se houve ou não queda no número de reincidentes criminais, mas os funcionários da prisão de Norco estão apoiando o programa e pedem a implantação do curso em mais da metade das unidades prisionais.
Com informações Huffington Post e G1

notícias / BRASIL

Número recorde de pessoas se prepara para o “fim do mundo”

Programa de TV faz sucesso abordando o tema



Número recorde de pessoas se prepara para o “fim do mundo”Número recorde de pessoas se prepara para o “fim do mundo”
Quando os rumores sobre o fim do mundo previsto pelo calendário maia começaram a crescer, o número de pessoas que começaram a se preparar para ele também cresceu.
Keith Iton é um “prepper” como são chamados nos Estados Unidos. Ele leva isso tão a sério que começou um negócio para ajudar outros a se preparar bem para o “Apocalipse”.
“O maior problema que sofremos é a complacência”, afirmou. “As pessoas entendem, já que nada aconteceu nos últimos ‘x’ anos, nada de ruim vai acontecer agora. Então, eles se sentem confortáveis e não fazem nada para se preparar… Mas há outras pessoas que olham para a história e sabem o que está por vir.”
Recentemente, cerca de 2.000 pessoas se reuniram na Carolina do Norte para o “Seminário de Preparação”, onde discutiram os riscos e o que devem fazer para se precaver.
Joel Henderson é coproprietário da empresa de Filtros Green Gold. Durante a convenção ele tentava vender seus produtos. Seu sistema de filtragem patenteada poderá ajudar as pessoas que tem um motor a diesel, seja de caminhão, trator, ou gerador… poderá usar o óleo de cozinha como um combustível alternativo… É algo que pensa muito no aspecto ambiental, muito verde, e [é] muito fácil de fazer”, explicou.
O movimento está crescendo por causado sucesso do programa de TV “Prepper´s Doomsday”, exibido pelo National Geographic. É a maior audiência que o canal já teve, segundo explica Brooklyn Bagwell, um dos diretores.
“É um show sobre a família do cidadão médio, pessoas que estão se preparando para qualquer uma das incertezas da vida, seja o colapso econômico mundial ou a tempestade solar em 2012. Não importa o que ocorra, eles vão estar preparados”, acrescentou.
“Nós tentamos entrar nas vidas de muitas que vivem se preparando para o pior e mostrar a nossos telespectadores para que eles podem aprender mais sobre essa preparação”, disse ele.
Keith Iton, porém, destaca que o primeiro passo para quem deseja se preparar, no entanto, nada tem a ver com comida enlatada e água engarrafada. “O primeiro passo para a preparação, para mim, é pensar sobre sua relação com Jesus Cristo”, enfatiza. ”Se você construir uma relação sólida com Jesus Cristo, então está mais preparado do que a maioria”.
“Depois disso, se você conseguir um pouco de água, alimentos armazenados e um local seguro, tudo vai ser mais fácil”, disse Iton.
Um estudo recente descobriu que 55% dos americanos têm menos que o equivalente a três dias de alimentos estocados em suas casas. Muitas pessoas não têm mais o hábito de pensar nesse abastecimento de emergência, nem mesmo possuem um kit de primeiros socorros.
Obviamente, as tragédias podem ocorrer a qualquer motivo, por isso nunca é demais de prevenir. Mesmo assim, quando empresas começam a anunciar roupas especiais, vender casas queresistem ao fim do mundo, e falar muito sobre o assunto é melhor pensar se você está realmente preparado.
Traduzido de Charisma News

notícias / GOSPEL


Entrevista exclusiva: Pr. Lucinho confessa ‘loucuras’ e fala sobre seus livros

Pr. Lucinho Barreto (Lucinho) fala das "loucuras" que faz em seu ministério e sobre seus títulos lançados pela editora Central Gospel
De cabelo arrepiado, tênis e sorriso fácil, o Pr. Lucinho Barreto conquista cada vez mais o público jovem. Ele viaja o Brasil inteiro para falar de uma loucura muito saudável.
Loucura que lhe rendeu três livros lançados pela editora Central Gospel: ‘Manual de sobrevivência para o jovem cristão’, ‘Johnny, esta noite pedirão sua alma’ e ‘Loucos por Jesus – Vol. I’.
Pr. Lúcio Barreto Júnior, mais conhecido como Pr. Lucinho, estuda a vida e o comportamento jovem há 20 anos. Seu ministério é conhecido pela ousadia e bom humor com que a Palavra de Deus é pregada. “Jovem não quer tédio. Ele quer loucura”, explica.
Uma de suas loucuras foi parar na internet recentemente: uma foto em que ele cheira a Bíblia como se fosse cocaína. A foto foi destaque em mídias seculares e evangélicas.
A polêmica imagem ‘cheirando uma bíblia’ faz parte de um convite para o culto de jovens na Igreja Missão Evangélica Praia da Costa, em Vila Velha (ES)
Em um bate-papo, o Pr. Lucinho fala sobre essa polêmica e conta como surgiu seu ministério, a relação com sua família e curiosidades sobre a autoria de seus livros. Conheça mais sobre este louco por Jesus.
Quando começou a sua “loucura por Jesus”?
A minha loucura por Jesus começou no final da minha adolescência, quando eu fui batizado pelo Espírito Santo. Poucos anos antes eu havia perdido minha mãe. Estava vivendo uma crise de depressão e tristeza. Mas, assim que fui batizado, notei uma mudança muito grande em tudo: nas minhas motivações, ações e reações. E a partir daí, o Espírito Santo que é esse “fazedor de Loucos por Jesus”, colocou-me neste caminho para viver intensamente por Deus.
Qual o segredo para ser “louco por Jesus”?
O segredo é ter em você o “fazedor de Loucos por Jesus”, que é o Espírito Santo. Não existe loucura por Jesus à parte do Espírito Santo. Se nós somos cheios do Espírito, o tempo inteiro, Ele vai nos apontar, levar e guiar até a pessoa de Cristo. Se nós estivermos cheios de Jesus, seremos loucos, apaixonados por Ele, por causa da pessoa bendita do Espírito Santo.
Como surgiu seu ministério com os jovens?
Meu ministério com os jovens surgiu exatamente depois que fui batizado pelo Espírito Santo. Eu passei por uma adolescência muito conturbada, doente. Eu me sentia sozinho com a perda da minha mãe e do meu pai. Logo que fui batizado, vi o Senhor me encaminhando para começar a trabalhar com moças e rapazes, adolescentes, que viviam no mesmo perfil que eu vivia. Como eu casei cedo, com 21 anos de idade, eu trabalhei com pessoas 5 a 8 anos mais novas que eu. Eu comecei a dar para eles aquilo que eu mesmo precisava na minha adolescência e não tinha. Então, o Senhor me ajudou a ministrar na vida deles exatamente nas áreas em que eu mais sofri.
"Minha família tem tudo a ver com meu ministério", afirma o pastor
Ao conhecer a sua esposa, você já tinha esse trabalho com os jovens? Qual a relação da sua família com seu ministério?
O início do meu ministério foi um pouco antes de conhecer a Patrícia, minha esposa. Mas quando ele começou para valer, ela já estava comigo. Minha família tem tudo a ver com meu ministério. Tem tudo a ver porque minha esposa é jovem como eu, e desde muito tempo vem me ajudando nesse desafio. E hoje tem muito mais a ver principalmente por causa dos meus dois filhos que estão entrando na adolescência. São eles os meus grandes professores no ministério. Eles me mantêm jovem. É analisando e estudando a vida dos meus filhos que eu descubro quais rumos eu devo tomar. A cumplicidade da minha família comigo é em todos os aspectos. Eu não conseguiria fazer um ministério jovem sem a ajuda deles.
Como você trabalha seu ministério na sua casa, no dia a dia?
Eu procuro dedicar as minhas manhãs para orar e ler a bíblia. Eu sou muito apaixonado pelas disciplinas espirituais. Eu jejuo constantemente também. Dentro de casa, eu procuro viver a loucura por Jesus, amar a Cristo, dar aos meus filhos e à minha esposa o exemplo de um homem de Deus, que não se rende a correria do dia a dia, que não é um pastor mecânico, no piloto automático, mas uma pessoa que os abandona para estar com Cristo. Ao abandoná-los todos os dias por algumas horas para buscar a Deus, eu tenho o respeito deles e a autoridade para ministrar fora de casa, porque estou vivendo Cristo dentro de casa. Também respondo a e-mails, escrevo livros e preparo sermões em casa. Mas as principais atividades são a leitura da minha bíblia e a oração.
Já passou por alguma situação inusitada em seu ministério com os jovens?
Já passei por várias situações inusitadas em meu ministério. Na verdade, quase todas elas eu mesmo criei (risos). Para trabalhar com jovem tem de ser inusitado, louco. Os jovens querem ver loucura. Jovem não quer tédio. Várias vezes eu me fantasiei de super-herói para pregar, fiz festas temáticas e atraí milhares de jovens, e lá eles foram evangelizados.
Conte uma loucura que você já fez em seu ministério.
Certa vez eu lancei o desafio de batizarmos mil jovens em um ano. Fizemos um negócio chamado “Batismo drive-tru”. Passamos o dia inteiro no batistério, e os jovens traziam seus amigos para serem batizados. Nós ficamos ali de 9h às 23h. Somente naquele dia batizamos 98 jovens.
Suas loucuras já lhe renderam resposta negativa?
Já fui confrontado por erros que cometi no ministério com jovens. Fui perseguido por pais, fui xingado, fui chamado de “transformador de igreja em boate”, por tentar transformar a igreja num ambiente onde o jovem se sentisse mais alegre. Já me chamaram de palhaço, brincalhão… Mas a situação mais linda de todas é ver a transformação do coração daqueles por quem a gente se entregou por tantos anos.
Em entrevista ao G1, no final do mês de agosto, Pr. Lucinho não exitou em repetir a posse polêmica
A foto em que você cheira a Bíblia também gerou a maior polêmica. Como foi isso?
Eu tirei aquela foto há um ano em um ensaio fotográfico para o meu site. Na hora de tirar mil fotos, eu pensei em quais poses poderia fazer. Vesti fantasia de super-herói, tirei foto de terno e gravata, com cabelinho baixinho. Peguei a bíblia e comecei: tirei foto com a bíblia como se ela fosse uma arma, outra como se estivesse comendo. Lembrei-me do Salmo 119.131, que diz: “Abri a minha boca, e respirei, pois que desejei teus mandamentos”, e da música do Salomão, do Reggae, que diz: “baseado na Palavra e nela eu viajo”. Pensei: “Rapaz, eu vou tirar uma foto como se eu estivesse fazendo o que o usuário de droga faz, só que inalando a Palavra de Deus”. Depois que eu tirei, falei para o pessoal não divulgar, porque daria confusão.
Toda quarta-feira, eu tenho um culto lá na Missão Praia da Costa, em Espírito Santo, chamado Quarta Louca por Jesus, do Pr. Simon do Araújo. Toda semana eles colocam uma foto nova minha. Eu passei para eles o arquivo com as fotos do ensaio, e eles escolheram essa foto em que eu estou cheirando a bíblia.
Como foi a repercussão disso no seu ministério?
O tipo de peixe que eu pesco requer de mim estratégias um pouco mais radicais. Muitos jovens que viram essa imagem disseram, na linguagem deles, que é normal. Por quê? Eles veem filmes de Hollywood, todo tipo de coisa dentro e fora do Reino de Deus, que até os faz achar isso normal.
A resposta da mídia e de alguns evangélicos foi negativa, mas você alcançou alguma resposta positiva?
Eu recebi o telefonema de um jovem chamado David. Ele me disse que estava chorando no banheiro da casa dele depois de ver a foto no jornal, disse ser usuário de cocaína, mas não queria mais essa vida. Falei para ele jogar a droga no vaso sanitário e dar descarga, e orei com ele. Esse rapaz disse que já pesou 90kg, mas por causa das drogas, estava com 60kg, e que ao me ver cheirando a bíblia, viu que precisava voltar para Jesus. Até marquei um encontro com ele.
O que eu quero dizer é que fiz essa foto com dois intuitos: primeiro, um usuário de droga não precisa da droga, mas por para dentro algo melhor, que é a Palavra de Deus. É uma viagem de cara limpa. Você não tem de se drogar; e a segunda: você que não é drogado, mas não está colocando a bíblia para dentro de você. Quem sabe você é um cristão sem bíblia. Não lê, não pratica, não vive e não crê na Palavra de Deus.
E quanto às pessoas que reprovaram a sua atitude, o que você diria a elas?
Para o tipo de peixe que eu estou pescando, essa atitude é considerada aceitável e até uma grande estratégia para ganhar jovens. Mas eu entendo aquelas pessoas queridas que viram e ficaram chocadas.
Eu quero dizer que, se alguém se sentiu ofendido ou entristecido, eu peço perdão a essa pessoa, mas eu, Lucinho, não tenho dificuldade com essa imagem. O meu relacionamento com a minha Bíblia me permite isso. E me permite até mais.
Então você está tranquilo quanto a foto?
Que fique claro que eu não me arrependo do ato, mas peço desculpas a quem se sentiu triste. Se alguém vivesse o que eu vivo, de ser pastor de jovens, entenderia que, a mensagem é santa (diz segurando a Bíblia), mas as estratégias para leva-la… Se for com uma música, uma fantasia, um teatro, está valendo.
Livros do pastor publicados pela Central Gospel estão disponíveis na loja virtual da editora
Quando começou a escrever seu primeiro livro? Do que se tratava?
Comecei a escrever há uns 12 ou 13 anos. Ele se chamava Manual de sobrevivência para pais de adolescentes. Na época eu estava trabalhando com adolescentes, e senti necessidade de ter os pais ao meu lado. Por isso eu escrevi esse livro, com a intenção de chamá-los como aliados nesse desafio de pastorear adolescentes.
Existe algum padrão ou regra que você siga ao escrever um livro?
Bem, ao escrever para jovens, eu geralmente sigo a tendência que me é dada pelos próprios jovens. O mundo muda a cada seis meses, e o mundo jovem muda muito mais rápido que isso. Então, eu corro o risco de estar falando de coisas que não são relevantes para eles.
Qual a sua referência ao escrever para jovens?
Quando eu vou escrever um livro ou gravar uma mensagem, um DVD, eu procuro ouvir qual é a carência, a necessidade do instante. Porque são eles que dão o norte para eu saber o que falar, o que escrever e o que ministrar na vida deles, senão posso cair no erro.
No Manual de sobrevivência para o jovem cristão, você cita exemplos, dá referências bíblicas e abrange assuntos que muitos jovens ainda sentem vergonha de conversar e tirar dúvidas. Como foi a preparação para montar esse conteúdo?
A preparação veio basicamente dos atendimentos que eu faço com os jovens, gabinetes pastorais, atendimentos dos finais de culto e do que eles me mandam pela internet. Eles me mandam perguntas há quase 20 anos, e fazem perguntas pessoalmente. Foi juntando esses e-mails e prestando atenção naquilo que eles me diziam que eu reuni todo o material e escrevi oManual de sobrevivência para o jovem cristão. Não queria escrever o que eu achava que fosse relevante para eles, mas queria permitir que eles me guiassem na direção que eles achavam que era importante. Eu até brinco quando anuncio o livro, dizendo que o escrevi para que eles parassem de me mandar e-mails fazendo perguntas (risos). O objetivo é exatamente ser um livro que dá um rumo, que dá uma direção para essa geração.
O livro Loucos por Jesus é uma série?
É uma série, sim. É uma série de quatro livros. Eu já estou com o material todo pronto para terminar o quarto. Já lancei três, sendo que o volume I foi pela editora Central Gospel.
Qual a linha que você segue nesses três livros?
Bem, o que eu tentei colocar nesses livros foi o que me abençoou. A minha linha de pensamento é a seguinte: se eu quisesse ser um advogado de sucesso, eu teria de me espelhar nos melhores advogados do mundo e estudar a vida deles. Se eu quisesse ser um jogador de futebol de sucesso, eu deveria imitar a vida daqueles que foram bons de bola. Então, eu escrevi o Loucos por Jesus contando em cada um deles 60 histórias de homens e mulheres que marcaram o mundo com sua fé, exatamente para que, quando a gente lesse esses livros, o nosso padrão subisse, e para que tivéssemos exemplos muito fortes para ter condições de viver um cristianismo acima da média. Foi com esse objetivo que eu escrevi a série Loucos por Jesus. Para servir de inspiração para essa geração.
Inclusive o volume III da série tem transformado a vida de muitos. Ele se chama Loucas por Jesus, que conta 60 história de mulheres e moças que marcaram o mundo. E são milhares de mulheres e moças que já me mandam e-mails e cartas e dizendo que tiveram suas vidas completamente transformadas pela leitura desse livro.
De onde surgiu a ideia para escrever ‘Johnny, essa noite pedirão sua alma‘?
Em 2004, eu fui para a Índia, em uma viagem missionária. Lá eu descobri que muitos hindus vão até o santuário Hindu para o sacerdote dizer qual dia eles vão morrer. Na Índia é corriqueiro o sacerdote olhar para a cabeça da pessoa, entrar em transe e dizer que a pessoa vai morrer no dia tal do mês tal do ano tal. Quando eu vi isso, pensei: “Meu Deus, essa é uma história que, quem sabe, dá para contar”. A partir daí eu resolvi escrever um livro sobre um jovem que conseguia ver o dia em que as pessoas morreriam.
Como foi montá-la? 
Montar essa história não foi fácil, porque eu tentei pegar a ideia que tive na Índia e adaptar para o mundo jovem, no perfil do jovem brasileiro. A história de Johnny não se passa nos Estados Unidos. Eu fiz questão de fazer toda a história se passar numa cidade brasileira, onde o clima, as roupas, as expressões são bem brasileiras. Muito do que temos hoje de ficção cristã são traduções americanas. Eu fiz questão de que o personagem, apesar do nome, fosse brasileiro.
Então, como nasceu o personagem Johnny?
(Risos) Bem, quem me conhece sabe que o Johnny sou eu. Eu sou um menino que já fui muito doente, encarei a morte muitas vezes, fui diagnosticado com doenças seriíssimas. Até em aspectos mais simples do livro, quem me conhece, percebe que Johnny sou eu.
Johnny é sempre apressado. Eu sou muito apressado. Às vezes ele aparece comendo maçã. Maçã é a minha fruta favorita. Mas principalmente a pessoa de Johnny sou eu, porque eu tive um encontro muito radical com Cristo, como ele teve. Eu encarei a morte de frente, a morte mesmo, muitas vezes na minha vida. E eu fui poupado da morte, assim como o Johnny. Então, o personagem foi montando em cima de aspectos da minha vida que poucos conhecem.
Qual o seu recado para que a juventude tenha um real encontro com Deus?
Meu recado é muito simples: pare de existir e comece a viver. Um objeto existe, mas ele não está vivo. Mas uma pessoa não. Uma pessoa pode estar viva ou pode só existir. Qual é a diferença entre existir e viver? É ter um encontro real, marcante e poderoso com o autor da vida. Enquanto você não conhece esse Jesus e não é louco por Ele, você só existe, só vegeta, está no piloto-automático. Você está vivo, mas não está vivo. Mas quando você se torna louco por Cristo, e esse amor e essa paixão te consomem de dia, de tarde e de noite, você para de existir e a verdadeira vida começa.
Seja muito louco por Jesus, comece a colecionar loucuras por Ele. Quem sabe um dia, lá no futuro, não vai surgir um outro “Lucinho” que vai escrever um outro livro Loucos por Jesus, e quem sabe, se você tiver vivido bem apaixonadamente por Cristo, o seu nome e o meu estarão nesse livro de heróis da fé. Deus te abençoe. Seja muito louco por Jesus.
Acesse a Loja virtual e adquira já os livros do Pr. Lucinho Barreto. E não deixe de registrar o seu comentário.
Fonte: Central Gospel

notícias / BRASIL


Mãe acha no Twitter filho desaparecido há 22 anos

Perfil do rapaz no Twitter mostra uma das mensagens em que ele também procurou pela mãe
A diarista curitibana Meri Terezinha Gomes, de 46 anos, comemora o fato de ter localizado o filho Jackson Gomes pela internet após 22 anos. Meri afirmou, em entrevista ao G1, que o filho desapareceu quando tinha quatro anos de idade quando foi obrigado pelo pai a seguir para uma cidade de Rondônia, onde ele residia.
Desde então, ela não teve mais notícias. “Nós tínhamos acabado de nos separar naquela época. O Jackson morava comigo e com a minha mãe. Após a separação, o pai dele foi embora para Rondônia. Meu filho, que até então não sabia que eu era a mãe dele, foi obrigado a ir também. O pai dele prometeu que ia mandar notícias, e por isso eu deixei que ele fosse. Mas depois eles sumiram, e eu nunca mais consegui contato”, explicou Meri.
Meri disse ainda que chegou a ir a programas de televisão e de rádio para procurar o filho, mas que não obteve sucesso. Ela contou também que pediu para um outro filho cadastrar o caso em um site de pessoas desaparecidas, mas que também não obteve êxito. “Eu fazia de tudo para tentar encontrar o Jackson. Meu filho mais velho foi mexendo e encontrou uma lista com todos os brasileiros que tinham o mesmo nome dele. Depois de muito procurar, ele foi cruzando os nomes de pai e mãe. Daí caiu direto no perfil do Twitter do Jackson”.
“Eu nem acreditei quando achamos. Meu Deus, quase tive um ataque do coração”, brinca Meri. Ela disse que só depois de ter localizado o filho, descobriu que ele também estava a procura dela.
“Foi emocionante. Eu não me dei conta do tempo, mas acho que ficamos pelo menos umas três horas no telefone. Ele me contou que soube que eu era a mãe dele quando ele tinha 17 anos. Disse que depois disso, também começou a me procurar”, relatou a mãe.
Jackson atualmente tem 26 anos e é porteiro de uma escola na cidade Colniza, no Mato Grosso. “Quando eu descobri sobre a minha mãe fiquei louco de vontade de conhecê-la. Eu também fiz de tudo para procurar. Além do Twitter, fiz também perfil no Facebook, no Orkut e todos os sites de relacionamento que eu achei que poderiam me ajudar. Consegui tudo sozinho porque não tive muita ajuda do meu pai. Tudo graças à internet. Se não fosse isso, acho que eu não conseguiria encontrá-la nunca mais”.
Reencontro
Por enquanto os dois só se falaram pelo telefone. “Desde que nos localizamos a gente se fala todas as noites. Tem muita coisa para contar”, disse Meri, que confessa ter vontade de reencontrar o filho pessoalmente, mas por enquanto não têm condições financeiras. “Ele quer conhecer os irmãos e o resto da família. E eu também quero saber como ele está, afinal, já se passou muito tempo”.
O rapaz também relatou a dificuldade em tentar encontrar a mãe pessoalmente. “Eu estou me virando aqui. Tô tentando trabalhar dobrado para ver se eu consigo comprar logo a passagem para ir até o encontro dela”.
Deixe o seu comentário.
Fonte: G1

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

notícias / BRASIL


Marco Feliciano comenta desejo de ser presidente do Brasil

Este não é só um sonho meu, mas um sonho de cada evangélico neste país, diz o pastor.



Marco Feliciano comenta desejo de ser presidente do BrasilMarco Feliciano comenta desejo de ser presidente do Brasil
Com quarenta anos de idade e um ministério reconhecido em todo o mundo o deputado federal, Pastor Marco Feliciano vê seu nome sendo cotado para ser mandatário do país.
A famosa frase: “Sonhe e ouse sonhar, você nunca irá além de seus sonhos”. Foi trocada por um sonho: “Sonho com o dia em que o Presidente da República vai abrir o programa ‘Voz do Brasil’ dizendo: ‘Eu cumprimento o povo brasileiro com a paz do Senhor’”, diz Feliciano sempre que  tem a oportunidade. Este seu sonho já rendeu até campanha nas redes sociais.
Feliciano tem uma agenda lotada, no total visita algo em torno de 300 igrejas por ano e calcula-se que ao menos um milhão de fiéis ouvem sua voz todo o ano. Sua pregação condena o aborto, o uso de drogas, a prostituição e confronta os militantes do Movimento LGBT que acusam a Bíblia de ser homofóbica e desejam tornar crime a opinião contra a prática homossexual.
Feliciano tornou-se um político influente. Nas redes sociais suas contas atingem algo em torno de 2,5 milhões de pessoas. Tem atuado diretamente nas principais decisões em Brasília e se manifestado publicamente contra o que chama de “destruição dos valores familiares”.
Recentemente em um culto que teve a participação do candidato a prefeito de São Paulo, José Serra, o preletor foi o pastor Marco Feliciano que falou sobre seu desejo de ter um presidente evangélico no Brasil e ainda afirmou que há “estratégias do diabo” para impedir que um “cristão” governe o país.
“Este não é só um sonho meu, mas um sonho de cada evangélico neste país. Saber que somos o país com maior crescimento no número de evangélicos e que temos que enfrentar projetos absurdos como os condidos na reforma do Código Penal. Eu sonho com o governo dos justos e com o dia em que o presidente desta nação vai ouvir o que cada pastor tem a dizer sobre estes projetos”, comentou Feliciano.

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Jornalista alerta evangélicos sobre candidatos “trapaceiros”

Ele fala sobre as negociações feitas com pastores para atrair o público sem mostrar suas reais intenções de governo.



Jornalista alerta evangélicos sobre candidatos “trapaceiros”Jornalista alerta evangélicos sobre candidatos “trapaceiros”
As notícias sobre a aproximação dos candidatos à prefeitura de São Paulo do público evangélico fizeram com que o jornalista Reinaldo Azevedo da Revista Veja escrevesse um artigo pedindo muita atenção desse eleitorado, pois ao contrário das eleições de 2010, a campanha da capital paulista não está sendo baseada em temas importantes ligados aos valores defendidos pelos religiosos.
Nas eleições presidenciais o tema aborto teve grande importância mudando completamente a campanha do segundo turno. Já as eleições municipais estão sendo levadas através de negociações entre candidatos e líderes religiosos.
“Os fiéis são tratados como mera massa de manobra de seus respectivos e eventuais chefes religiosos, como se fossem nada mais do que negociantes em busca de vantagens”, escreve Azevedo que mostra desconforto com as notícias de que o candidato do PT, Fernando Haddad, estaria pensando em algo para se aproximar dos evangélicos.
O jornalista questiona os valores não só do candidato, mas do partido que defende o aborto e a criminalização da homofobia, assuntos fortemente criticados pelos líderes religiosos.
Diante das possíveis conversas entre a coordenação do PT e ministros do evangelho para atrair esse público, Azevedo faz um alerta para os eleitores evangélicos: “Evangélicos de São Paulo (e do Brasil), não se deixem enganar por trapaceiros! Procurem saber quais são os valores dos candidatos que pedem o seu voto. Já que eles estão organizados para conquistar os crentes, nada mais justo que saber se suas ações valorizam ou depreciam a crença”.
Leia na íntegra aqui.

Psicóloga cristã pode ter registro cassado por ser contra a ideologia de gênero

CFP acusa psicóloga cristã de “preconceito”. O Conselho Federal de Psicologia (CFP) poderá cassar nesta sexta-feira (18) o registro ...