quarta-feira, 1 de agosto de 2012

notícias / GOSPEL

“Minha família é um presente de Deus”, diz Joana Prado em entrevista exclusiva

Esposa de Vitor Belfort, Joana garante que não sente falta do passado de “Feiticeira”




  • “Minha família é um presente de Deus”, diz Joana Prado em entrevista exclusiva“Minha família é um presente de Deus”, diz Joana Prado em entrevista exclusiva
    Ela já foi uma das mulheres mais desejadas do Brasil encarnando a personagem Feiticeira. Joana Prado, que fez um ensaio para a revista Playboy até hoje é recorde absoluto de vendas: 1,247 milhão de exemplares da revista já foram comercializadas.
    Mas a Joana de hoje possui uma vida bem diferente de outrora, longe dos holofotes e da mídia. Mãe de família, dedicada ao lar e ao marido, o lutador de MMA Vitor Belfort, ela não sente falta de sua antiga fama e garante que está em uma nova fase. “Vivi intensamente aquela fase e hoje vivo outra feliz e realizada com o maior presente que Deus meu deu, minha família”, pontua.
    Cuidando pessoalmente dos filhos e dos trabalhos domésticos, ela ainda administra os negócios do casal que possui uma rede de academias e também atua no agenciamento de lutadores, além de ter participação em negócios nas áreas de alimentação natural, material esportivo e eventos.
    O casal hoje vive em Las Vegas e compartilha a convivência em família e no trabalho. Na convivência diária, Joana enfatiza que o mais importante é existir respeito e humildade, além de disposição para mudar.
    Ela conta que um dia orou a Deus para que Ele mudasse alguns comportamentos de Vitor. “Deus me falou: “Ele (Vitor) vai mudar se você mudar”. Isso foi tão profundo pra mim (…). Batalho todos os dias para ser sábia, edificadora e adjuntora”
    Nesta entrevista ao Gospel Prime, Joana fala de sua atual fase, do personagem Feiticeira, e de como cuida da família e da casamento.
    Acompanhe:
    GV: Hoje você disse que é uma mulher realizada e se dedica à família e apoiar o marido. Sua mudança de vida foi um processo? Em que momento foi sua conversão e como foi se dando a mudança de Joana – artista e “Feiticeira” para Joana, mãe de família? 
    JP: Minha conversão foi linda. Quando decidi ter Jesus Cristo como meu Mestre, decidi mudar para Ele. Abrir mão do nosso ‘eu’ não é fácil e hoje o que mais vejo nas igrejas são milhares de pessoas que se dizem cristãs, mas não mudam seus hábitos, suas atitudes e sim as suas vestes. Temos que ter mudança interna, e a externa será uma consequência. Minha conversão tem sido um processo, porque continuo mudando e quero mudar e amadurecer ainda mais.
    GV: Hoje você não sente nenhuma falta da fama, do assédio dos fãs e mesmo de ser reconhecida como símbolo sexual? Como lida com essas fases que ficaram no passado e com a constante “lembrança” do público sobre essa época?
    JP: Sou muito bem resolvida, graças a Deus. Primeiro que nunca almejei trabalhar na televisão, muito menos ser um símbolo sexual. Simplesmente aconteceu em uma fase da minha vida. Sofri no início da personagem, tive que trancar minha faculdade de Comércio Exterior e fazer teatro para entender e construir a Feiticeira. Depois do sucesso da personagem ainda trabalhei por 5 anos fazendo reportagem para Record e TV Bandeirantes. Não sinto saudade, passou. Vivi intensamente aquela fase e hoje vivo outra feliz e realizada com o maior presente que Deus meu deu, minha família.
    GV: Seu tempo hoje é ocupado com a administração dos negócios do casal? Quais são os negócios e empresas em que estão envolvidos? 
    JP: Sempre trabalhei desde meus 13 anos e nunca consegui ficar sem produzir algo. Hoje cuido de diversos negócios, contratos e a sociedade que temos em algumas empresas.
    GV: Você e o Vitor hoje tem uma família bem constituída, mas já houveram atritos entre o casal. Como fizeram para superar essa fase e como conseguem manter acesa a chama do amor e da harmonia no lar?
    JP: Que casal nunca teve atrito? Pensamos às vezes diferente, mas o importante é sempre existir o respeito e humildade para mudar. Estamos sempre juntos e não somos só pai e mãe, mas também marido e mulher, acho que esse é o segredo de manter a chama acesa.
    GV: Agora, sobre a vida em família. E quanto à criação dos filhos? Eles vão à igreja? Vocês oram em família? Você possui ajuda (empregadas, babá) para auxiliar nos trabalhos domésticos? Como é ser uma “dona de casa”?
    JP: Meus filhos são maravilhosos. São educados, sinceros, e verdadeiras crianças de Deus. Eles têm eu e o Vitor muito presente na vida deles e isso com certeza faz a diferença. Em Las Vegas optamos em colocá-los em uma escola cristã, para dar continuidade à nossa educação. Mas sabemos que é nossa responsabilidade educar e mostrar, com nossas atitudes, o que é ser uma pessoa de princípios e valores cristãos. Nos EUA não tenho babá, cozinheira, faço tudo sozinha, com a ajuda do Espírito Santo (risos). Aqui no Brasil tenho minhas babás, fieis escudeiras, que trabalham comigo há um longo tempo. Portanto, eu brinco que La (EUA) sou gata borralheira e aqui (Brasil) sou princesa. Mas sempre, feliz!!!
    GV: Na época em que namoravam, o Vitor a levou à igreja. Isso fez com que o relacionamento de vocês mudasse? Como foi o período de abstinência sexual? Você acha que esse gesto de obediência gerou frutos positivos em sua vida conjugal? 
    JP: Nosso relacionamento mudou muito. Lembro em um período da minha vida orando para Deus e pedindo que Ele mudasse alguns comportamentos do Vitor, e então Deus me falou: “Ele (Vitor) vai mudar se você mudar”. Isso foi tão profundo pra mim, que vi o quanto eu estava errada em relação à mulher virtuosa. Batalho todos os dias para ser sábia, edificadora e adjuntora.
    GV: Vocês se encontraram na Casa dos Artistas, do SBT. O que mais chamou sua atenção no Vitor e que a fez se sentir atraída por ele? 
    JP: A gente já havia namorado antes durante 7 meses e reatamos na Casa. O que eu gosto nele é da sinceridade, do coração, honestidade, determinação, valores cristãos, que o Vitor tem.
    GV: Você vive hoje em Las Vegas. Como é morar nos EUA, já se adaptou à cultura do país? 
    JP: Sou feliz em qualquer lugar. Se precisar mora na China, Japão, Europa, vou feliz da vida.
    Fonte: Gospel Prime

    notícias / MUNDO

    Com medo do “fim do mundo”, pessoas tentam comprar “passagens” da Arca de Noé

    Obra de empresário holandês tem chamado atenção pela grandiosidade




  • Com medo do “fim do mundo”, pessoas tentam comprar “passagens” da Arca de NoéCom medo do “fim do mundo”, pessoas tentam comprar “passagens” da Arca de Noé
    O milionário holandês Johan Hubiers afirma ter tido um sonho em 1992, onde via a Holanda sendo inundada pelas águas. “Naquela manhã, acordei decidido a me preparar para a pior das possibilidades”. Cristão convicto, passou a dedicar seu tempo livre para construir uma “Arca de Noé” com metade do tamanho descrito pela Bíblia.
    A arca tornou-se uma espécie de “cartão postal” da região. Ele calcula que teve 600.000 visitantes. Foi então que ele percebeu que a embarcação, que misturava zoológico (embora os animais sejam de plástico e resina) e museu,  era uma maneira de ele compartilhar a sua fé.
    Em 2008, Hubiers começou a construir outra arca, dessa vez do tamanho exato descrito pela Bíblia. Ele investiu um milhão e meio de dólares e edificou a réplica da Arca de Noé com uma estrutura de aço e coberta de madeira. Ele e sua equipe soldaram as estruturas de 25 barcos e depois usaram “pinho sueco” para envolver o alicerce metálico.
    Pesando cerca de 3.000 toneladas, a embarcação contém quarto de dormir, um teatro, restaurante e salão de conferências com assento para 1.500 pessoas. Medindo cerca de 135 metros de comprimento, 22,5 metros de largura e 13,5 metros de altura, o navio tem quatro andares. Foram quatro anos e três meses de dedicação.
    O holandês tentou colocar sua Arca para navegar no rio Tâmisa, em Londres, durante os JogosOlímpicos. Ele pretendia usar como um instrumento de evangelização, mas as autoridades inglesas não permitiram, alegando que a embarcação não segue os regulamentos exigidos pela lei.  ”Queremos falar  sobre Deus para as pessoas. Nós queríamos criar algo que pode ajudar a explicar a Bíblia em termos reais.”
    Mesmo assim, o barco continua chamando atenção. Deborah Venema-Huibers, filha do empresário e “gerente” da Arca, disse que eles foram contatados por várias pessoas ao redor do globo interessadas em “comprar” uma passagem na Arca. Entre risos, ela explica que a maioria dessas pessoas acredita nas profecias maias de que o mundo acabará este ano.
    Por enquanto, Huibers não pretende vender passagens para quem deseja fugir de um novo dilúvio, mas já avisa que começou a trabalhar em um novo projeto: impedir que o Mar Morto seque totalmente. Para isso, ele já projeta um sistema de encanamento que levará água do Mar Mediterrâneo  para o rio Jordão. Por enquanto, as autoridades israelenses ainda não se   manifestaram se darão permissão para isso.
    Veja no vídeo abaixo um pouco de como é a arca do holandês.
    Traduzido de Goddiscussion e Huffington Post

    notícias / MUNDO

    Muitas pessoas têm intolerância ao glúten, mas desconhecem o problema

    Nos Estados Unidos, 75% das pessoas que sofrem de doença celíaca — caracterizada pela intolerância ao glúten, proteína presente no trigo, na cevada e no centeio — desconhecem que têm o problema. Essa taxa representa cerca de 1,4 milhão de americanos entre os 1,8 milhão de indivíduos com a doença no país. Essa é a conclusão de um levantamento feito pela Clínica Mayo, que fica no estado de Minnesota, e publicado nesta terça-feira (31) no periódicoThe American Journal of Gastroenterology.
    O estudo ainda mostrou que, por outro lado, a maioria das pessoas — ou 1,6 milhão de indivíduos — que adota uma dieta sem glúten não recebeu diagnóstico da doença celíaca. Para o gastroenterologista da Clínica Mayo e coordenador desse trabalho, Joseph Murray, apenas achar que possui doença celíaca não é o suficiente para que uma pessoa elimine a proteína de sua dieta. “É importante que um indivíduo que acredite ter a condição faça exames que confirmem o problema antes de adotar uma alimentação sem glúten”, diz.
    Nessa pesquisa, os autores do levaram em consideração as respostas de questionários e os resultados de exames de sangue feitos em 7.798 americanos maiores do que seis anos de idade. Todos estavam inscritos no Observatório Nacional de Saúde e Nutrição do país em 2010. Os autores mostraram que a prevalência da doença celíaca nos Estados Unidos é de um em cada 140 indivíduos — a mesma encontrada em países da Europa.
    Mortalidade infantil
    O primeiro levantamento global sobre a doença celíaca, publicado no periódico PLoS One, em julho do ano passado, mostrou que 42 mil crianças morrem todos os anos no mundo vítimas da condição, e que os principais óbitos ocorrem em países asiáticos e africanos. A pesquisa ainda indicou que, em 2010, cerca de 2,2 milhões de crianças menores de cinco anos de idade viviam com a doença, e que, em 2008, as mortes relacionadas à patologia foram responsáveis por aproximadamente 4% de toda a mortalidade infantil por diarreia.
    Há poucos dados sobre a doença celíaca entre os brasileiros, já que faltam levantamentos nacionais. Dados de uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo, realizada em 2007, apontam que um a cada 214 brasileiros tem a doença.
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    Fonte: Veja

    notícias / BRASIL

    Ministério Público entra com ação contra o financiamento público de eventos religiosos

    No ano passado a Marcha para Jesus de Brasília foi retirada do calendário oficial para que o governo não tivesse que pagar pelas despesas do evento




  • Ministério Público entra com ação contra o financiamento público de eventos religiososMinistério Público entra com ação contra o financiamento público de eventos religiosos
    Em Brasília (DF) há uma lei que permite que eventos religiosos sejam promovidos por intermédio de dinheiro público, uma prática que tem incomodado o Ministério Público do Distrito Federal que resolveu entrar com uma ação dizendo que tal lei é inconstitucional.
    De acordo com o jornalista Lauro Jardim, da coluna Radar On-line da revista Veja, o órgão se vale da laicidade do Estado para dizer que o financiamento público de festas e cultos públicos ferem a Constituição Federal. O MPDFT assegura que usar o dinheiro do Estado, vindo do contribuinte, para esses eventos é ilegal e que, por isso, deve ser proibido.
    No ano passado a Marcha para Jesus de Brasília foi retirada do calendário oficial exatamente por esse motivo, pois uma lei aprovada 1997 pela Câmara determinava que o governo contribuísse financeiramente para o evento.
    A Marcha para Jesus é um exemplo de evento que em muitas cidades brasileiras depende do dinheiro público para ser realizada. Este ano a cidade do Rio de Janeiro destinou R$2,48 milhões para a realização da Marcha para Jesus que reuniu mais de 300 mil pessoas na capital fluminense.
    Ao contar também com o apoio da Associação Vitória em Cristo, o pastor Silas Malafaia resolveu devolver parte do dinheiro que não foi utilizado, cerca de R$ 410 mil que voltaram para os cofres públicos.
    Se a ação do Ministério Público do Distrito Federal for julgada como procedente outros eventos públicos que tenham interesses religiosos não poderão mais contar com a verba vinda do governo para serem realizados e assim as instituições religiosas terão que arcar com todas as despesas.
    Fonte: Gospel Prime

    notícias / MUNDO

    Saúde mental: sofrimento emocional aumenta risco de morte

    O sofrimento emocional, mesmo os casos menos graves, como níveis mais baixos de stress, ansiedade, depressão e insegurança — sintomas que atingem uma em cada quatro pessoas, aumenta o risco de morte causada pela maioria das causas em um período de oito anos. Essa é a conclusão de um extenso estudo publicado nesta terça-feira no periódico British Medical Journal (BMJ). Ainda de acordo com a pesquisa, a mortalidade decorrente de câncer é a única não afetada por problemas psicológicos leves: apenas distúrbios mais intensos e frequentes parecem interferir nesse risco.
    Esse estudo, desenvolvido nas universidades de Londres e de Edimburgo, na Grã Bretanha, é o maior já feito sobre a relação entre problemas emocionais e mortalidade. Os pesquisadores levaram em consideração dez outras pesquisas das quais, ao todo, participaram 68.222 adultos com pelo menos 35 anos de idade que não apresentavam doenças graves, como câncer ou problemas cardiovasculares. Eles foram acompanhados ao longo de oito anos.
    Os níveis de sofrimento psicológico foram medidos com base em questionários respondidos pelos participantes, que relataram intensidade e frequência com que sentiam sintomas de ansiedade, depressão, problemas de relacionamento e falta de confiança. Segundo os autores, a associação entre risco de morte e problemas psicológicos foi semelhante mesmo após os resultados serem ajustados em relação a outros fatores, como idade, sexo, tabagismo, consumo de álcool, sedentarismo e hábitos alimentares.
    Para o coordenador do trabalho, Tom Russ, esses resultados são preocupantes, já que, segundo ele, como os sintomas de problemas emocionais leves costumam não ser aparentes ou então ignorados pelos profissionais de saúde, os pacientes que apresentam esses distúrbios acabam não recebendo tratamento adequado. Para o pesquisador, esse estudo pode implicar em novas abordagens de terapia para problemas emocionais menos graves a fim de reduzir o risco de mortalidade entre indivíduos que apresentam esses distúrbios.
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    Fonte: Veja

    notícias / MUNDO

    Novas descobertas arqueológicas confirmam relato bíblico

    Presença de Israel em Canaã ainda é objeto de disputa entre arqueólogos




  • Novas descobertas arqueológicas confirmam relato bíblicoNovas descobertas arqueológicas confirmam relato bíblico
    Hazor era uma antiga cidade israelense, localizada ao norte do Mar da Galileia, entre Ramá e Cades, no alto de uma colina. Suas ruínas já foram escavadas várias vezes desde 1955, quando foram encontradas por James Armand de Rothschild. Em 2005, o local foi declarado como Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO, juntamente com Megiddo e Beer-Sheba.
    Essa antiga “capital” Cananeia tem cerca de mil anos de idade. Trata-se da maior cidade fortificada da região de Canaã, antes da chegada dos Israelitas, aproximadamente 1300 anos antes de Cristo.
    Nos dias de Josué, em que os israelitas conquistaram Canaã, Hazor era conhecida como “a cabeça de todos os reinos”. Embora exista um grande número de arqueólogos questiona a historicidade da campanha de Josué, as evidências mais recentes apenas confirmam o relato bíblico.
    Arqueólogos israelenses estão fazendo escavações em Tel Hazor, como é conhecida hoje, e acreditam ter encontrado fortes evidências sobre a presença de Israel naquele local.
    Os pesquisadores conseguiram encontrar o que eles acreditam que seja do palácio real da época da conquista. Os arqueólogos descobriram uma sala no antigo palácio, com 14 potes de barros cheios de trigo queimado.
    O processo de datação utilizado mostra que eles são aproximadamente da época da conquista israelita. O fato de o trigo estar queimado encaixa perfeitamente com o relato bíblico da conquista de Hazor, a única cidade Cananeia que os israelitas liderados por Josué destruíram com fogo.
    Contrariando os arqueólogos que insistem que Hazor foi destruída pelos egípcios ou várias tribos que viviam perto do mar e os filisteus. Como os egípcios mantiveram registros detalhados das cidades que conquistaram, pode-se perceber que Hazor não aparece em nenhuma dessas listas. Nem os filisteus ou outros “povos do Mar” devem ter se aventurado muito longe da costa para fazer um ataque contra uma cidade. Ainda mais um local como Hazor, que além de ser distante do mar ficava em um terreno montanhoso.
    Portanto, a maioria dos arqueólogos agora aceita que Hazor foi, de fato, destruída pelos israelitas, oferecendo grande legitimidade ao relato bíblico. Essas novas descobertas apenas parecem reforçar ainda mais tal posição.
    Traduzido de Israel Today

    notícias / GOSPEL

    Jogador de futebol Cicinho larga o álcool e volta para a igreja

    O lateral-direito Cícero João, mais conhecido como Cicinho tem uma carreira cheia de altos e baixos. Ele saiu da pequena Pradopólis, cidade paulista de 17 mil habitantes, para jogar em times como Real Madrid e Roma. Embora tenha chegado até a Seleção Brasileira (participou de 15 jogos), quase encerrou sua carreira mais cedo por causa do álcool.
    Revelado pelo Botafogo (SP), foi para o Atlético (MG), onde foi bem em campo, mas vacilou fora dele. Acabou emprestado ao Botafogo carioca, porém não se firmou. O sucesso mesmo só aconteceu quando foi para o time do São Paulo. Em 2006, disputou o Mundial da Alemanha e se tornou um ‘galático’ no Real Madrid
    No entanto, a trajetória vitoriosa escondia os problemas do jogador com o alcoolismo. Vício que quase fez Cicinho largar o futebol.
    Hoje, o lateral atua pelo Sport e diz que tem vários arrependimentos. “Eu me deixei levar pela fama, o sucesso. Deixei o dinheiro ‘subir para minha cabeça’ e me achava capaz de tudo. Passei dos limites”, reconhece.
    Ele afirma que a popularidade e o dinheiro lhe deram a falsa sensação de achar que era “capaz de tudo”. A ida para Madri mexeu ainda mais com ele: “Minha cabeça foi junto, o sucesso subiu igual a um foguete. Eu queria ser dono de tudo. Por exemplo, eu chegava numa choperia e mandava o cara abrir para mim dizendo que eu ia beber tudo lá”.
    No Real vinha jogando bem até sofrer uma séria lesão no joelho. Ficou fora dos gramados por seis meses. Perdeu espaço e acabou vendido ao Roma, da Itália, onde teve uma passagem longa, de quase cinco anos, mas não muito proveitosa. Jogou 72 partidas, marcando três gols, mas precisou operar o joelho direito pela segunda vez em menos de dois anos. Ele confessa que não se dedicou na recuperação e ficou um ano sem jogar.
    Com a esposa Marri, Cicinho faz planos de uma vida nova em Deus
    Mesmo com o filho vivendo uma vida luxuosa, Dirce e Cláudio, pais do jogador, evangélicos, continuaram sua vida tranquila em Pradopólis. Nas férias, Cicinho sempre os visitava, porém não seguia os seus conselhos.
    O uso exagerado da bebida também distanciou Cicinho do filho Heitor, hoje com cinco anos. “Eu tentava ‘comprar’ o amor do meu filho com presentes. Ele me chamava para jogar bola e eu falava que estava jogando baralho, tomando uma cerveja. Eu deixei muito a desejar com meus pais e meu filho”, reconhece.
    Em 2010 chegou a ser emprestado pelo Roma para o São Paulo, mas nada mudou. Após uma passagem apagada, voltou para o Roma e foi emprestado ao Villareal da Espanha. Ele confessa que se entregou ao alcoolismo e vivia sem perspectivas de futuro. Foi então que pensou em desistir da carreira.
    Lembrando de sua formação evangélica ano passado foi a um congresso em Manaus, quando ouviu de um pastor uma ‘profecia’. “Havia um pastor aqui do Recife chamado Daniel que orou por mim e disse que eu ia voltar a jogar futebol no Sport. Dias depois, o pessoal aqui do clube entrou em contato comigo”, lembra.
    Além de ter voltado a congregar, Cicinho decidiu casar em junho deste ano com a estudante brasileira Marri, que conheceu nos tempos de Roma. Aos 32 anos, Cicinho é titular do Sport, está livre do álcool, se reaproximou do filho e já pensa em ter outro com a nova esposa.
    O jogador disse que a fé e o amor da esposa foram fundamentais para ele largar a bebida. “O amor que ela sente por mim, que eu sinto por ela, fez com que eu retomasse o amor que eu sinto pela minha vida. E assim eu percebi que não posso desperdiçar o que Deus me deu, o dom de jogar futebol. Estou muito feliz no Sport”, celebra Cicinho.
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    Fonte: Gospel Prime

    Psicóloga cristã pode ter registro cassado por ser contra a ideologia de gênero

    CFP acusa psicóloga cristã de “preconceito”. O Conselho Federal de Psicologia (CFP) poderá cassar nesta sexta-feira (18) o registro ...